Muitos jogadores tratam rakeback como um extra, algo secundário, quase um detalhe administrativo. Isso é um erro.
Dois jogadores com o mesmo nível técnico podem ter resultados completamente diferentes apenas por jogarem em estruturas distintas. O rake é um custo invisível. Ignorá-lo é aceitar pagar mais para jogar o mesmo jogo.
Rakeback não salva sessões ruins, mas reduz fricção no longo prazo. Ele suaviza downswings, aumenta margem em períodos neutros e protege EV ao longo de milhares de mãos.
Não se trata de caçar bônus ou jogar onde “paga mais”. Trata-se de entender estrutura.
Escolher um modelo de rakeback compatível com teu volume, formato de jogo e perfil emocional é uma decisão estratégica, tão importante quanto estudar ranges ou gerir banca.